Elsa Sousa não é — ou não era — da área dos vinhos. Trabalhou durante 25 anos no mundo bancário, até que, durante a pandemia, e já depois dos 50, foi cumprir um sonho antigo: estudar Gestão Hoteleira. Foi nesse contexto que surgiu o convite para reabrir o enoturismo na Adega Venâncio da Costa Lima. Moscatel, pátina e património neolítico, na Quinta do Anjo.
“Olhem para esta maravilha, isto é lindo”, diz, com o entusiasmo quase de menina, enquanto olha para a Serra do Louro, já em pleno Parque Natural da Arrábida, ao mesmo tempo que aponta para as oliveiras, os marmeleiros e as flores do cardo, que os queijeiros locais utilizam como coagulante. “Ainda hoje os habitantes da Quinta do Anjo são chamados de montanhões e montanhoas, pela proximidade da serra”. Vivia-se do que a terra dava. “Sempre foi terra de bom queijo, bom pão e bom vinho. Entre finais de Agosto e Outubro toda a aldeia cheirava a mosto.”
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https://www.publico.pt/2024/06/29/edicoes-publico/noticia/moscatel-patina-patrimonio-neolitico-quinta-anjo-2094342
A Adega Venâncio da Costa Lima, não tem apenas alguns dos melhores moscatéis do mundo. É também o ponto de partida perfeito para conhecer a aldeia da Quinta do Anjo.
Est. 1914
Est 1914